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13 de maio de 2026
por: Marcelo Gouvêa
Marcelo Gouvêa

Colégio UNIFEBE tem 14 projetos finalistas da Febic

Etapa presencial da programação ocorre no mês de setembro, em Joinville

A edição 2026 da Feira Brasileira de Iniciação Científica (Febic); contará com 14 projetos produzidos por estudantes do Colégio UNIFEBE entre os finalistas. Eles foram selecionados entre 900 iniciativas inscritas por escolas de todo o país para a etapa presencial, que ocorrerá no Ágora Tech Park, em Joinville. A programação decisiva para a edição será entre os dias 14 e 18 de setembro.

A participação envolveu a elaboração de um plano de pesquisa e envolve ainda a produção um relatório, a confecção de pôsteres e a criação de vídeos para detalhamento do projeto. Das etapas virtuais da Febic, os estudantes recebem 30% da nota do projeto. De acordo com o regulamento, o restante da nota de cada grupo será atribuído após a participação presencial.

Para o desenvolvimento dos trabalhos, os estudantes contaram com a colaboração de professores do Colégio UNIFEBE, como Daniela Bos, Elionir de Freitas e Everton Odisi, no Ensino Fundamental; ou Marlon Miranda, Amanda Goulart, Alcione Kistenmacher, Halan Reginatto, Tatiana Damasco, Márcia Regina Faita, Elisabete Barz e Luiz Roberto Deschamps, no Ensino Médio, além do suporte técnico de professores da graduação da UNIFEBE e estruturas laboratoriais dos cursos.

Conforme o diretor do Colégio UNIFEBE, professor Leonardo Ristow, o resultado alcançado nas primeiras etapas da programação já é motivo de celebração. Ele destaca o histórico de participações positivas da instituição na feira e as contribuições do engajamento nas iniciativas para a formação dos participantes.

“Ter esse grande número de trabalhos aprovados em uma feira tão importante consolida o trabalho de iniciação científica realizado no Colégio UNIFEBE, tanto em sua proposta quanto na articulação com a graduação da UNIFEBE. Os trabalhos desenvolvidos fortalecem e credenciam ainda mais a proposta de educar pela pesquisa”, afirma.

Para a presidente da Fundação Educacional de Brusque (Febe), professora Rosemari Glatz, além de motivo de celebração, a classificação dos trabalhos demonstra o talento, a dedicação e o compromisso de estudantes, professores e profissionais envolvidos na rotina da instituição. “Cada projeto representa o esforço da comunidade escolar com a pesquisa, a inovação e a construção do conhecimento científico desde a formação básica” , afirma.

Iniciação científica

Para a coordenadora de projetos do Ensino Médio, professora Simone Sobiecziak, a participação na atividade e o desempenho dos projetos desenvolvidos localmente demonstram os esforços voltados à formação científica dos estudantes.

“Conquistar 14 vagas para a etapa presencial, em Joinville, em um cenário com mais de 900 projetos inscritos de todo o Brasil, é um feito extraordinário que coroa o trabalho iniciado logo no primeiro dia de aula. Esse resultado não é obra do acaso, mas a prova de que a Iniciação Científica no Colégio UNIFEBE atingiu um novo patamar de maturidade. Ver nossos alunos, do Fundamental ao Médio, ocupando esse espaço nacional, reafirma nosso papel como um celeiro de jovens pesquisadores e mentes transformadoras”, descreve.

Segundo ela, a possibilidade de contar com o suporte de professores e laboratórios da graduação da UNIFEBE é um diferencial importante na participação do Colégio UNIFEBE na programação, assim como o contato com experimentos complexos e a exigência da pesquisa científica desde a formação básica. Para o suporte técnico, os estudantes contaram com os professores Elias Riffel, Alexssandra Fidelis, Raquel Bonati Moraes Ibsch, Julio Cesar Franz e Igor dos Santos Roik.

“A cada feira em que participamos, mergulhamos nas referências nacionais e internacionais para elevar nosso padrão. Tenho a convicção de que a Iniciação Científica do Colégio UNIFEBE está se tornando uma referência nacional na Educação Básica. Não estamos apenas formando estudantes, estamos formando pesquisadores e cidadãos críticos”, avalia.

A coordenadora de projetos do Ensino Fundamental, professora Julia Gabriella Pedrini, salienta que as participações recorrentes na programação servem de estímulo por despertarem o interesse dos estudantes pela pesquisa. Segundo ela, além de fortalecer o protagonismo dos participantes, as participações também são uma oportunidade importante pela integração entre estudantes e professores orientadores.

“Esse resultado representa o reconhecimento de um trabalho desenvolvido com muita dedicação, empenho e entrega ao longo de todo o processo”, avalia. “Os projetos classificados demonstram o potencial dos nossos estudantes quando são incentivados a pesquisar, criar e buscar soluções para problemas do cotidiano. Mais do que a classificação, participar de eventos científicos contribui muito para a formação dos alunos, desenvolvendo autonomia, criatividade, responsabilidade e confiança”.

Lista de trabalhos classificados:

A crise dos recifes e o Coral-Sol: uma proposta de equipamento hidrodinâmico para remoção da espécie invasora e preservação dos recifes brasileiros

Biopack fase II: desenvolvimento e caracterização de compósitos de celulose e blendas de ceras naturais para embalagens ativas, otimização de barreiras lipídicas estabilidade térmica

Culturas do mundo: criando um livro digital interativo para aprender, compartilhar e valorizar a diversidade cultural

Desenvolvimento e avaliação de um spray antifúngico à base de geoprópolis de melipona para o controle de fungos em morangos orgânicos pós-colheita provenientes da agricultura familiar

Do isopor à casca de arroz – fase II: otimização de parâmetros industriais, validação sanitária e escalonamento de compósitos biobaseados para substituição do poliestireno expandido.

Explorando o folclore brasileiro através do RPG

Informalidade registral urbana: uma análise das causas e consequências da ausência de registro de imóveis em Brusque/SC.

Meshpaver: caracterização e validação de pavimentos intertravados sustentáveis incorporados com resíduos particulados de desfibragem têxtil, proporcionando a simbiose industrial

Monitoramento inteligente de recursos hídricos: dispositivo IoT para detecção de vazamentos e consumo excessivo em residências

Produção de embalagem biodegradável para picolé

Protocolo de triagem e literacia em saúde menstrual: desenvolvimento de ferramentas de identificação precoce da endometriose na adolescência

Sistema inteligente de monitoramento de vazão para detecção contínua de vazamentos em redes de abastecimento de água potável.

Da colmeia à sala de aula: meliponicultura como ferramenta de educação ambiental no ensino fundamental I

A pequena turpial: desenvolvimento de literatura infantil bilíngue como recurso pedagógico para facilitar a integração de imigrantes venezuelanos no ensino fundamental I.

Fale Conosco / Assessoria de Comunicação Social:

comunicacao.assessor@unifebe.edu.br / 47 3211-7223

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