Todo o produto desse trabalho se traduziu na exposição que embelezou o átrio do Bloco A na última semana. O coordenador do Curso de Arquitetura e Urbanismo, professor Marcelius Oliveira de Aguiar, resume o processo:
“Essa exposição reflete o trabalho desenvolvido pelos acadêmicos na atual terceira fase, demonstrando, por meio do desenho, da ideia, a concretização de algo: neste caso, as esculturas. A atividade começou com croquis (esboços rápidos). Depois, eles desenvolveram um protótipo em pequena escala com argila para, posteriormente, chegarem à etapa final com a escultura em concreto celular.”
A acadêmica Érika Caroline de Souza recebeu uma menção honrosa por seu trabalho Liberdade em Camélias. Ela se inspirou na flor como símbolo da luta pela abolição da escravidão no Brasil no século XIX. A camélia foi adotada por protagonistas dessa luta, como Luiz Gama e José do Patrocínio.
“Foi um processo desafiador, pois eu nunca tive contato com esse tipo de concreto antes, muito menos para fazer uma escultura. Mas foi muito legal participar dessa experiência. Ela contribuiu muito para a minha formação e me trouxe um novo olhar sobre a arquitetura e sobre como vivê-la.”
