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16 de maio de 2022
por: Olga Luisa dos Santos
Olga Luisa dos Santos

Questões étnicas-raciais são abordadas em evento promovido pelo Laboratório de Cidadania e Educação em Direitos Humanos da UNIFEBE

Programação contou com apresentação de coral indígena e mesa-redonda sobre a demarcação de terras indígenas no Brasil.

O Laboratório de Cidadania e Educação em Direitos Humanos – LACEDH UNIFEBE promoveu na última quinta-feira (12), a mesa-redonda “A demarcação das terras indígenas, a Tese Jurídica do Marco Temporal e os Direitos Humanos”. O evento, que reuniu acadêmicos e professores da UNIFEBE, foi mediado pela jornalista Vandreza Amante Gabriel e contou com a presença do advogado e cacique da terra indígena Guarani M’Biguaçu, Hyral Moreira, do professor e representante indígena, Micael Vaipon Weitschá, da professora da Universidade Regional de Blumenau, Geórgia Fontoura, e dos professores da UNIFEBE, Raquel Schöning e Rafael Niebhur Maia de Oliveira.

Para abordar um dos temas transversais trabalhados na universidade: História e Cultura Indígena, o LACEDH debateu a demarcação e as disputas possessórias das terras indígenas, que aguarda o julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF). “Ao apresentar a legislação pertinente aos direitos indígenas e nas questões de demarcação e posse territorial, nosso objetivo era ampliar o debate na universidade sobre essa temática e, apresentar a visão do povo indígena sobre esse assunto que repercute em todo país”, explica Ricardo.

Cultura indígena

Antes de iniciar a mesa-redonda, professores e acadêmicos prestigiaram a apresentação do Coral Indígena Mboraí Vy’a, do Povo Mbyá-Guarani, Terra Indígena Tekoá Vy’a, do município de Major Gercino. Em guarani, os indígenas cantaram quatro canções típicas de sua cultura, que enfatizavam a gratidão pela vida.

A coordenadora do curso de Design de Moda da UNIFEBE e integrante do LACEDH, professora Jô Rosa, conta que para trabalhar o tema transversal no curso, um grupo de professores e estudantes pesquisa sobre Moda e Humanidades, uma linha de pesquisa cujo o foco é a indumentária cultural.

“Nesse sentido que, por meio do nosso Escritório de Moda e Vestuário – Composê, formamos um grupo de voluntários para criar e confeccionar os looks utilizados pelos coralistas na apresentação. As roupas foram criadas depois de uma visita in loco para entender a simbologia cultural das vestimentas e de suas cores. Foi um trabalho muito especial, pois reafirmou o quanto a roupa/indumentária diz muito sobre a cultura de um povo”, complementa Jô.

Além da apresentação musical, os indígenas expuseram as peças de artesanatos feitas pela tribo. A pró-reitora de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão e Cultura, professora Edineia Pereira da Silva, salienta a importância de trabalhar as questões étnicas-raciais na universidade. “Ao abordarmos os temas transversais, vamos além dos conteúdos técnicos das profissões, incentivamos o pensamento crítico à compreensão dos direitos e das responsabilidades que nós, como cidadãos, temos para a construção da realidade social”, conclui Edineia.

Outros temas transversais também são trabalhados UNIFEBE por meio do LACEH e Comitês, como Acessibilidade, História e cultura afro-brasileira, Direitos Humanos e Educação Ambiental.

Fale Conosco / Assessoria de Comunicação Social:

comunicacao.assessor@unifebe.edu.br / 47 3211-7223

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