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Sugestão de Leitura
16 de fevereiro de 2018
por: Joelson Schmitt
Arthur Timm

Como saber se estou no curso certo?

Ter certeza da sua escolha hoje tem influência direta no seu futuro profissional

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Muitas vezes, o estudante universitário se depara com um dilema bastante comum e se perguntam: Como saber se estou no curso certo?

É perfeitamente natural essa dúvida, afinal de contas, muita coisa está em jogo e isso tem que ser pensado de uma forma acertada para não se arrepender depois.

Afinal, a universidade é o começo da trajetória profissional e também um tempo de escolhas e mudanças na vida das pessoas.

Se você está nesse dilema, não sabendo se fez a escolha certa, leia todo esse artigo e veja algumas dicas que podem nortear sua vida acadêmica.

Como saber se estou no curso certo?

Nem sempre é fácil saber se você está fazendo o curso certo ou não.

Ao ingressar no curso superior escolhido, você deve identificar se aquela área tem a ver ou não com seu perfil. Isso não se faz da noite para o dia e é preciso pelo menos 1 semestre para realmente ter a certeza de que aquela não é a sua praia.

A primeira dica é tentar identificar de onde vem a sua insatisfação. Ela pode estar relacionada ao curso, aos colegas ou à instituição de ensino.

Quanto mais cedo você identificar, melhor para você, pois evita perda de tempo. É claro que tudo na vida tem vantagens e desvantagens e não existe nada no mundo que seja unicamente favorável ao ser humano.

Identificação com os colegas

Esse tipo de identificação não precisa ser imediata, mas deve ser levada em consideração, pois durante todo o curso escolhido você deverá se relacionar com seus colegas de sala.

Pensando dessa forma, quando esse relacionamento não for bom, é momento para tentar descobrir o motivo disso.

Lembre-se de que existem lugares para diferentes tipos de perfis em toda a profissão, muito embora a maioria dos alunos tenham características semelhantes.

Identificação com o curso

É claro que para saber se você está no curso certo é preciso fazer também uma minuciosa análise do curso em si.

O problema é que quem entra para a faculdade quer logo conhecer as disciplinas específicas da profissão que escolheu, o que é algo natural. No entanto, a grade curricular da maioria dos cursos universitários apresentam disciplinas básicas que, na maioria das vezes, contrariam os alunos.

A frustração nesse sentido é compreensível e se esse for o motivo de sua insatisfação, a dica é ter paciência e esperar mais um pouco.

Pense muito bem antes de abrir mão do curso para não desperdiçar a vaga conquistada e uma futura identificação com a profissão escolhida. Muita paciência nessa etapa!

Identificação com a instituição de ensino

Algo que deve ser levado bastante em consideração é se a instituição de ensino que você escolheu atende a todos os requisitos esperados por você.

Fatores como a localização, características do curso e até o nível de conhecimento dos professores influenciam no seu aprendizado e rendimento, por isso não podem ser ignorados.

É claro que se a faculdade não estiver atendendo seus anseios por qualquer motivo, a frustração pode ser grande. Por isso tenha bem alinhada a sua expectativa com o que está sendo ofertado para você.

Não tenha medo de mudar

É claro que a ideia de mudança de curso caso você não esteja se sentindo confiante no atual é um pouco assustadora, mas procure se acalmar. O investimento feito até o momento não foi desperdiçado, pois certamente você vai utilizar o conhecimento que obteve em algum momento da sua vida.

Steve Jobs, por exemplo, fez por muito tempo aulas de caligrafia, sendo que seu foco era a tecnologia. Anos depois, devido a essas aulas, Jobs incluiu nos computadores da Apple diferentes estilos de fontes, com tamanhos e espaçamentos diferenciados.

Como ele mesmo diz: “Você não consegue ligar os pontos olhando pra frente, você só consegue ligá-los olhando pra trás!”

Para fazer a transição de curso forma segura, a dica é se aconselhar com profissionais dentro ou fora da faculdade.

Não se preocupe com as mudanças, pois hoje elas estão mais presentes do que nunca e não existe vida profissional sem flexibilidade. Essa é uma das características mais desejáveis do concorrido mercado de trabalho!

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