“Essa experiência soma aos conteúdos acadêmicos por integrar teoria e prática, evidenciando a importância da preservação do patrimônio como meio de manter vivas a memória coletiva e a identidade cultural”, afirma a acadêmica. “Contribui para a formação de um olhar mais crítico e sensível, capaz de articular os conhecimentos de projetos de interiores com os princípios do patrimônio histórico, reafirmando o papel dos profissionais da nossa área na valorização e conservação da arquitetura existente”, avalia.
Conforme o coordenador do curso de Arquitetura e Urbanismo, professor Marcelius de Oliveira Aguiar, a visita técnica à Villa Quisisana materializa a articulação entre a teoria, a prática projetual e a leitura crítica do patrimônio edificado. Ele considera essa experiência relevante e indispensável. “Trata-se de uma edificação de expressiva representatividade arquitetônica e histórica. Sua análise permite que os acadêmicos compreendam as relações entre espaço, memória urbana e identidade cultural. Isso evidencia que intervir em preexistências exige não apenas domínio técnico, mas também responsabilidade ética, sensibilidade histórica e respeito às camadas construtivas e simbólicas consolidadas ao longo do tempo”, descreve.