Acadêmicos da primeira fase do Curso de Psicologia da UNIFEBE realizaram, em maio, uma visita técnica ao Sênior Brusque – Centro de Apoio para Idosos. A atividade fez parte integrante do componente curricular Processos de Desenvolvimento Humano e proporcionou aos estudantes uma aproximação com a realidade do atendimento à população idosa.
A visita permitiu a observação de aspectos relacionados ao processo de envelhecimento, às relações interpessoais e às práticas de cuidado desenvolvidas na instituição. Durante a atividade, os acadêmicos conheceram a estrutura do centro, sua rotina de funcionamento e os serviços oferecidos aos residentes.
Conforme relata a acadêmica Izabela Penzlien Adami, a turma ficou impressionada com a infraestrutura, a acessibilidade dos ambientes e a variedade de atividades oferecidas às pessoas idosas que residem no local.
“Se eu tivesse que escolher uma parte favorita, com certeza seria a interação com os idosos. Foi muito especial! Outro aspecto muito confortante foi ver que os familiares estavam lá para visitar. É muito bom ver que eles continuam presentes na vida de seus entes queridos. Para nós, que estamos no primeiro semestre, foi uma oportunidade única e muito emocionante de estabelecer esse contato humano logo no início do curso.”
“A experiência possibilitou a integração entre os conteúdos teóricos trabalhados em sala de aula e a prática profissional, contribuindo para a formação acadêmica e para a compreensão das diferentes etapas do desenvolvimento humano”, destaca a professora Fernanda Chiaratti, que ministra a disciplina Processos de Desenvolvimento Humano.
Uma visita técnica como essa reforça o compromisso ético da psicologia com a comunidade e o compromisso da UNIFEBE em promover atividades que aproximem os estudantes da realidade profissional. É o que explica a coordenadora do Curso de Psicologia, professora Andreia Martins.
A atividade leva conhecimento à comunidade em geral, especialmente aos idosos. Ela também direciona e integra os conteúdos da disciplina para que os acadêmicos e acadêmicas tenham uma visão sistêmica e humanizada das teorias abordadas em sala de aula. Por isso, atividades como essa são de suma importância. E ainda são especiais, no sentido de serem relevantes para o curso: possibilitam a troca de conhecimento da academia para com a comunidade e também da comunidade para a academia.”