Os 57 calouros do curso de Fisioterapia da UNIFEBE participaram, nesta terça-feira, 1.º, da Cerimônia do Jaleco. Na presença de professores e da gestão superior da instituição, os estudantes da primeira fase receberam jalecos de seus veteranos, num ato que simboliza o início da jornada acadêmica na área da saúde. O evento foi finalizado com a aula magna da professora Flávia Roberta Rocha.
Após vestirem os jalecos, os novos acadêmicos juraram atuar de forma respeitosa à profissão de fisioterapeuta, com respeito à vida e obediência à ética e à moral, tratando cada futuro paciente como único.
“É o início de uma jornada, e esperamos que ela possa contribuir muito com os calouros, não apenas profissionalmente, mas também pelo lado pessoal. […] Esse jaleco que eles receberam tem um peso real de responsabilidade. A partir de agora, eles começam a dar os primeiros passos nessa profissão, que é ser fisioterapeuta. Que eles aproveitem o curso, a faculdade. Eles têm inúmeras oportunidades”, declarou a coordenadora do curso, professora Leilane Marcos.
O vice-reitor da UNIFEBE, professor Sérgio Rubens Fantini, também ressaltou a responsabilidade de trabalhar com fisioterapia. “Uma pessoa que precisa de atendimento e recuperação enxerga algo além de alguém vestindo um jaleco branco. Ela enxerga uma esperança de reabilitação, de cura, de redução de dor. Queremos que eles sejam felizes no curso e que esses cinco anos sejam de muito aprendizados, para que eles saiam muito bem preparados para cuidar de todos nós.”
Convidada para ministrar a aula magna, a professora Flávia Roberta Rocha é fisioterapeuta formada pela Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI), com pós-graduação em Fisioterapia Cardiorrespiratória e mestre em Fisioterapia pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Em sua palestra, a professora abordou temas como a fisioterapia cardiorrespiratória e possibilidades de especialização e atuação profissional, incluindo relatos de sua trajetória na área.
O evento foi muito importante para a caloura Emanuele Moreira de Camargo. Nesses primeiros meses de curso, ela pôde confirmar que seu futuro está mesmo na fisioterapia. “Ao ir às aulas, conversar com professores, assistir às palestras, conhecer pessoas que tiveram suas vidas mudadas com a fisioterapia, comecei a me apaixonar por essa profissão. E a cerimônia do jaleco foi tão importante quanto esse início de curso, foi quando realmente vi que não me arrependeria de escolher a fisioterapia”, explica.