Representantes do Colégio UNIFEBE compõem, por até dois anos, a coordenação da Câmara de Educação Básica do Sistema Acafe. Instituída em setembro de 2025, ela conta com representantes de 11 das 14 instituições integrantes do sistema que possuem colégios de educação básica.
Desde a sua criação, a Câmara já realizou encontros no formato digital. Segundo o diretor do Colégio UNIFEBE e coordenador da câmara, professor Leonardo Ristow, essas reuniões têm sido importantes para estreitar laços e promover a troca de experiências entre os integrantes. A tendência é que um cronograma de encontros presenciais também seja estabelecido para aprofundar os debates sobre temas comuns. Além dele, o Colégio UNIFEBE conta com a coordenadora pedagógica Natália Ribeiro Gums como suplente.
Segundo Ristow, a formação do grupo surgiu após interações entre as instituições e contou com apoio da presidente da Febe e reitora da UNIFEBE, professora Rosemari Glatz, para apresentar a iniciativa à Acafe. “Entendemos que, como instituições, temos muito em comum. Por sermos colégios universitários, nossos contextos e desafios são bem semelhantes. Então, entendemos que precisaríamos nos reunir mais vezes”, avalia o diretor.
Conforme o diretor, os encontros virtuais realizados até o momento foram importantes para que o grupo conhecesse melhor o perfil de cada instituição. Nesses contatos, o grupo compartilha informações, como o número de estudantes e as etapas de ensino de cada instituição, além de promover trocas de experiências.
“Temos diferentes tamanhos de escola: algumas têm 400 alunos, outras têm 700 ou mais de mil. De modo geral, porém, o objetivo é o mesmo: fortalecer a educação básica nessas instituições, desenvolver os alunos de forma integral por meio da identidade universitária, envolvendo ensino, pesquisa e extensão, e promover a continuidade desses estudantes na graduação”, descreve.
Com a consolidação da Câmara, a tendência é que capacitações e eventos, sobretudo aqueles voltados à formação científica, sejam desenvolvidos de forma conjunta, fortalecendo a interação entre as instituições. Outro benefício indicado pelo coordenador é a possibilidade de debater temas comuns em grupos de trabalho específicos formados por representantes das diferentes instituições que integram a câmara.
A presidente da Febe, professora Rosemari Glatz, destaca a possibilidade de integração entre os colégios das instituições que compõem o sistema Acafe. Conforme ela, a criação da Câmara desempenha um papel importante na melhoria dos serviços prestados por cada uma e no fortalecimento do modelo de ensino.
“A criação da Câmara de Educação Básica representa um passo muito significativo para o Sistema Acafe. Os colégios universitários, assim como as instituições da educação superior que integram a associação, partilham uma identidade e um perfil comuns. Ao criarmos uma Câmara focada nessa abordagem de educação, podemos fortalecer, aperfeiçoar e expandir a prestação de serviços, assim como a integração em cada comunidade atendida”, descreve.