Para o coordenador do curso de Arquitetura e Urbanismo, professor Marcelius Oliveira de Aguiar, os desafios propostos, como a elaboração da cadeira feita de papelão, possibilitam pensar na forma, no desempenho, no conforto e na experiência do usuário, processos que ele relaciona à atuação do arquiteto. Na avaliação dele, as atividades fortalecem o pensamento crítico, a criatividade e o trabalho colaborativo.
“Aprender fazendo. Experimentar. Refletir sobre o impacto real do projeto na vida das pessoas. É exatamente isso que vemos nos trabalhos desenvolvidos pelos acadêmicos da 1ª e da 2ª fases, o que nos mostra, com clareza, que o processo de ensino vai muito além da teoria. Ele envolve percepção espacial, técnica construtiva, ergonomia e sensibilidade projetual. Ele desafia o estudante a compreender o espaço, a escala, a estrutura e a funcionalidade de forma concreta e intuitiva”, afirma.
Cadeira de papelão
Mesmo que as atividades propostas sejam classificadas como desafiadoras pela acadêmica Sofia Wilbert, da 1.ª fase do curso, ela celebra o resultado atingido pelos grupos e a aprendizagem desenvolvida durante a elaboração dos materiais expostos no Bloco C. No caso do grupo da acadêmica, o trabalho envolvia projetar e construir uma cadeira que fosse funcional, suportando o peso de uma pessoa, porém construída à base de papelão.