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04 de maio de 2026
por: Marcelo Gouvêa
Marcelo Gouvêa

Exposição na UNIFEBE reúne trabalhos desenvolvidos por acadêmicos de Arquitetura e Urbanismo

Materiais compuseram mostra no bloco C da instituição

Quem percorreu o 1.º piso do Bloco C da UNIFEBE pode acompanhar o resultado do trabalho desenvolvido por acadêmicos das 1.ª e 2.ª fases do curso de Arquitetura e Urbanismo. Como parte das atividades dos componentes curriculares de Maquetaria e de Desenho Universal e Ergonomia, eles desenvolveram desde maquetes que reproduzem fachadas icônicas da arquitetura mundial e topografias a, além de modelos de design para cadeiras e protótipos experimentais desse item feitos de papelão.
A orientação durante o trabalho foi feita pela professora Alexssandra da Silva Fidelis, que ministra ambos os componentes curriculares. Conforme ela, a atividade proporciona uma experiência importante no processo de formação dos futuros arquitetos e urbanistas, salientando a contribuição do trabalho com maquetes nesse processo. “A maquete física continua sendo uma ferramenta decisiva no processo de formação, por possibilitar uma imersão sensorial e uma leitura aprofundada das relações espaciais, além de exigir envolvimento técnico e atenção aos detalhes construtivos”, indica.
A professora afirma que a participação dos acadêmicos na atividade também contribui para ampliar a interpretação acerca dos projetos. “Em especial, as atividades relacionadas à análise e à produção de cadeiras, no componente curricular de Desenho Universal e Ergonomia, são cruciais para a formação acadêmica ao evidenciar que o design não se restringe à estética, mas envolve a adequação ao corpo em suas dimensões físicas e culturais, promovendo uma visão crítica sobre o projeto”, descreve.

Para o coordenador do curso de Arquitetura e Urbanismo, professor Marcelius Oliveira de Aguiar, os desafios propostos, como a elaboração da cadeira feita de papelão, possibilitam pensar na forma, no desempenho, no conforto e na experiência do usuário, processos que ele relaciona à atuação do arquiteto. Na avaliação dele, as atividades fortalecem o pensamento crítico, a criatividade e o trabalho colaborativo.
“Aprender fazendo. Experimentar. Refletir sobre o impacto real do projeto na vida das pessoas. É exatamente isso que vemos nos trabalhos desenvolvidos pelos acadêmicos da 1ª e da 2ª fases, o que nos mostra, com clareza, que o processo de ensino vai muito além da teoria. Ele envolve percepção espacial, técnica construtiva, ergonomia e sensibilidade projetual. Ele desafia o estudante a compreender o espaço, a escala, a estrutura e a funcionalidade de forma concreta e intuitiva”, afirma.

Cadeira de papelão
Mesmo que as atividades propostas sejam classificadas como desafiadoras pela acadêmica Sofia Wilbert, da 1.ª fase do curso, ela celebra o resultado atingido pelos grupos e a aprendizagem desenvolvida durante a elaboração dos materiais expostos no Bloco C. No caso do grupo da acadêmica, o trabalho envolvia projetar e construir uma cadeira que fosse funcional, suportando o peso de uma pessoa, porém construída à base de papelão.

Instigada com a proposta, ela relata que a equipe optou por um modelo que proporcionasse uma experiência mais rica durante o envolvimento com o projeto. “O grupo buscou algumas referências, nos interessamos por algumas opções, mas acabamos escolhendo a que era mais complexa, cheia de encaixes, mesmo podendo escolher produzir um banco mais simples. Acho que queríamos impressionar e provar um pouco da nossa capacidade”, confessa. “Essa produção foi muito trabalhosa, pois era preciso recortar várias partes que no final seriam encaixadas”, descreve.
Conforme a acadêmica, o envolvimento com a proposta trouxe benefícios aos diferentes grupos, além de demonstrar a importância da atuação coletiva do setor. “Acrescenta muito à nossa formação. Com essa cadeira, por exemplo, temos a noção de que precisamos projetar e que, para criar algo que realmente funcione, precisamos entender os meios para fazê-lo funcionar”, comenta. “Com essa prática, tivemos uma percepção melhor da importância de medidas corretas, formatos adequados e outros fatores para o conforto do usuário. A Arquitetura é isso: projetar pensando em quem irá usar. É necessário fazermos esses processos de construção de algo em grupos, pois o arquiteto é um profissional que nunca irá trabalhar sozinho”.

Fotos: João Vitor Roberge e Marcelo Gouvêa

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